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Será que algo mudou na CVM?

Toda vez que leio o título do e-mail da assessoria de comunicação da CVM realçando que o Colegiado da CVM rejeitou propostas de termos de compromisso, como ocorreu no dia 18/5/26, me encho de esperanças, algo típico dos botafoguenses, e penso que algo mudou. Doce ilusão ( https://www.gov.br/cvm/pt-br/assuntos/noticias/2026/colegiado-da-cvm-rejeita-duas-propostas-de-termo-de-compromisso ). Constatamos que a rejeição de propostas por considerar a gravidade das condutas, entre outros aspectos, é algo que só atinge os “bagrinhos”, aquele zé-ninguém que faz uma oferta de valores mobiliários sem registro ou exerce a função de administrador de carteira sem autorização, por exemplo. Mas se o acusado for administrador ou acionista controlador de uma grande empresa, toda complacência é pouca. Para os grandes tubarões, como a turma do açougue ou a turma do tijolo, qualquer valor entre R$ 340.000,00 e R$ 1.438.200,00 serve para um terminho de compromisso ( https://www.gov.br/cvm/pt-br/assunt...

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